Polo Industrial de Camaçari completa 39 anos gerando desenvolvimento

junho 28, 2017


O Polo Industrial de Camaçari completa nesta quinta-feira, dia 29 de junho, 39 anos de operação. Sempre mantendo o foco na expansão, atraindo empreendimentos em diferentes segmentos industriais, o Polo é um exemplo de sucesso na sua capacidade de superar adversidades, com uma trajetória baseada na competitividade, diversificação industrial e complementação de suas cadeias produtivas a partir de um perfil de gestão moderno e inovador


O maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul revela em números a sua boa performance: o ativo total do Polo, que era de US$ 12 bilhões até 2008, saltou para US$ 16 bilhões em 2011, devendo superar os US$ 20 bilhões em 2017. São dados que demonstram o potencial de atratividade do Polo, que vem ao longo do tempo ampliando suas atividades e contribuindo para o desenvolvimento da Bahia, com a geração de mais oportunidades de emprego e renda para Estado e municípios vizinhos ao Complexo Industrial.

“Nestes 39 anos de operação, o Polo de Camaçari plantou uma base de indústrias que permitiu seu crescimento sustentável, mesmo em época de agudas crises econômicas do País e mundial, ampliando e diversificando sua oferta de matérias primas básicas e produtos finais, gerando desenvolvimento, emprego e renda”, observa o superintendente do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari, Mauro Pereira.

EMPRESAS LÍDERES

O Polo Industrial de Camaçari abriga atualmente mais de 90 empresas, sendo 35 unidades industriais químicas e petroquímicas, e 23 parceiras no Complexo Ford. As demais estão nos segmentos de metalurgia do cobre, têxtil, bebidas, celulose, pneus, fertilizantes, energia eólica, bebidas e serviços. A localização estratégica do Polo, no município de Camaçari, a 50 quilômetros de Salvador, permite fácil acesso às indústrias através das rodovias BA-093, BA-535 (Via Parafuso), Canal de Tráfego, ferrovias, portos e aeroportos.

Entre as empresas do Polo, destacam-se organizações líderes em seus segmentos, como a Braskem (maior empreendimento privado do país, com atuação global), a Paranapanema (produtor de cobre eletrolítico), a BSC (que produz celulose solúvel com alto teor de pureza), a Deten Química (única produtora no país de LAB - Linear Alquilbenzeno), a Ford (com capacidade de produção para 300 mil/ano), além da Continental e a Bridgestone na produção pneus. No segmento eólico, um dos últimos implantados, destacam-se indústrias como Gamesa, Torrebrás, Alston e Tecsis.

Além disso, o Polo abriga o Complexo Acrílico da Basf, que resultou de um investimento de cerca de R$1,5 bilhão. Em suas três unidades industriais, a empresa produz, em escala global, ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), utilizando como matéria-prima o propeno fornecido pela Unidade de Petroquímicos Básicos da Braskem. Essa nova rota da produção atraiu indústrias de transformação, como a Kimberly-Clark, que fabrica fraldas descartáveis e produtos de higiene pessoal a partir dos polímeros superabsorventes fornecidos pela Basf.




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